Com o tempo o coração acostumou com a ausência, ele bate por bater, bate sem razão alguma, bate pelo simples fato desta ser sua obrigação dia-a-dia. Ele tinha um amor, e batia mais feliz, mas um dia o dono resolveu devolver a chave e partir, ir embora ... e foi-se. No começo suas paredes desmoronaram, seu chão caiu, e tudo passou a ser preto e branco, mas o tempo fez a dor cicatrizar e deixar cicatrizes eternas, cicatrizes que às vezes incomodam. Eu não falo de dor, eu falo de estranha sensação de não sentir nada.
ps: esse texto é do meu antigo blog.
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Você escreve muito bem *o*
ResponderExcluir"Eu não falo de dor, eu falo de estranha sensação de não sentir nada."
E essa parte descreveu exatamente o que eu tava sentindo, sério, essas foram as palavras certas.
To seguindo
Ah obrigado Ju, você também não fica para trás!
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